terça-feira, 24 de novembro de 2015

emaeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeemagrecer

Nosso programa de tratamento é indicado para as pessoas que desejam perder peso de modo natural, para que o emagrecimento seja consequência de um estado de equilíbrio. O primeiro passo é uma avaliação com consulta e exames clínicos. Em seguida é planejado um conjunto de medidas para a perda de peso com saúde e qualidade de vida, e que dedica especial atenção à origem do problema – e não apenas a seus sintomas. Qual a melhor dieta para emagrecimento? As pessoas não engordam por um único motivo logo também não existe um método para perder peso que sirva para todos. É o tratamento que deve se adequar a cada pessoa que é única, e não o contrário. Principais focos da nossa dieta para saúde: 1. Modulação do metabolismo. Metabolismo refere-se ao conjunto de mudanças e transformações que as substâncias químicas sofrem dentro do organismo. E modulação tem a ver com o processo de balanceamento desse metabolismo. O objetivo é fornecer as substâncias necessárias para que as diversas transformações químicas ocorram de um modo adequado, harmônico. Diferente de outras abordagens, a modulação do metabolismo não “força” o metabolismo, o objetivo é “facilitar” seu funcionamento do modo mais natural possível. 2. Intolerância e alergia a alimentos Buscamos identificar uma eventual intolerância ou alergia a determinado alimento. A dificuldade em digerir e utilizar certos alimentos é um dos fenômenos que ocorrem na intolerância alimentar, que tem uma característica curiosa. Ao invés de a pessoa evitar o alimento que faz mal, como acontece nas alergias alimentares, no caso da intolerância ela pode desenvolver compulsão e ingerir o alimento em excesso. A chave é tratar a intolerância alimentar ao invés de reprimir o apetite. 3. Intestinos, nosso “segundo cérebro”. Nosso intestino é um imenso filtro que às vezes não funciona como deveria. Pode acontecer, então, alterações na permeabilidade intestinal – o que acontece quando o filtro do intestino, em mau estado, permite a passagem de partículas alimentares mal-digeridas para a corrente sanguínea. É comum ocorrerem também alterações na flora intestinal, fazendo com que multipliquem bactérias nocivas que trazemos no intestino. O aumento da permeabilidade intestinal, somado ao das bactérias nocivas, é chamado disbiose. Além de permitir a absorção de várias toxinas, a disbiose inibe a formação de vitaminas produzidas no intestino e permite o crescimento desordenado de fungos e bactérias capazes de afetar o funcionamento do cérebro, com consequências significativas sobre as emoções. O princípio é tratar a disbiose, causa original de vários transtornos alimentares e emocionais, e não abordar apenas suas consequências ou sintomas. 4. Estresse. Cortisol em excesso. O excesso de agressores a que todos nós estamos sujeitos provoca uma sobrecarga no corpo como um todo liberando cortisol, um hormônio que modula nossa resposta aos desafios da vida. A liberação excessiva de cortisol está relacionada com o acúmulo de gordura no organismo, especialmente na região abdominal. Além disso, a liberação prolongada desse hormônio aumenta a necessidade de açúcar e de alimentos gordurosos. E também provoca a resistência à insulina. E também provoca resistência à leptina, o hormônio que modula a sensação de saciedade, entre vários outros efeitos indesejados. E o estado de desequilíbrio que é gerado pela liberação excessiva de cortisol gera mais estresse, o que libera mais cortisol, fechando um ciclo vicioso. Esse ciclo vicioso muitas vezes permanece independentemente das condições de vida. Assim, a pessoa pode já ter superado as situações que desencadearam originalmente a reação, e mesmo assim continuar sofrendo seus efeitos. Nosso objetivo é corrigir esses desvios, sempre de modo natural, já que medidas agressivas, como uma dieta severa ou medicação com muitos efeitos colaterais, pode piorar o quadro ao aumentar o estresse. 5. Fadiga adrenal. Cortisol insuficiente. Enquanto muitas pessoas liberam o cortisol em excesso, outras acabam liberando esse hormônio em quantidades abaixo do necessário. Esse quadro é chamado de Fadiga Adrenal, uma referencia glândula que libera o cortisol. O estado de Fadiga Adrenal pode provocar um quadro de cansaço crônico, falta de energia, queda na iniciativa e prazer nas atividades sociais e profissionais. Esse desânimo pode provocar aumento da necessidade de alimentos que gerem alguma energia e prazer, em geral os mesmo que engordam. Essa patologia é nova, mais estudos precisam ser desenvolvidos, mas já é possível inferir que pode piorar o quadro de sobrepeso e obesidade. A meta é modular a reação inadequada para que haja condições biológicas do corpo retornar ao estado de equilíbrio. 6. Compulsão por comida Excesso de pressão pode gerar ansiedade – e uma das formas de aliviar a ansiedade é comer. Ao combatermos o desequilíbrio provocado pela pressão do cotidiano, permitimos ao organismo ingerir apenas o que necessita para sua manutenção, e não para aliviar a tensão emocional. Combatemos essa tensão com substâncias naturais, que não são tóxicas e nem produzem dependência. 7. Compulsão por açúcar, doces. A ingestão excessiva de açúcar pode se ligar a dois fatores inter-relacionados: a ansiedade e mudanças na flora bacteriana do intestino. Alterações na flora intestinal podem estimular a multiplicação de bactérias que se alimentam preferencialmente de açúcar e têm a capacidade de inibir a produção de serotonina em nosso cérebro – a serotonina é um mediador químico cerebral muito importante no controle do humor e da ansiedade. Com menor produção de serotonina, a pessoa fica mais ansiosa, adquire tendência à depressão e acaba ingerindo mais e mais açúcar. O mais indicado, no caso, é regularizar a flora intestinal e não inibir artificialmente o apetite. 8. Reeducação alimentar inteligente. Para cada pessoa existe uma necessidade alimentar específica e é o diagnóstico das exigências de cada pessoa que buscamos. Quando descobrimos o que cada pessoa necessita, quais alimentos são mais compatíveis com suas necessidades, junto com as outras medidas, o emagrecimento passa a acontecer de modo natural. Diferente de uma dieta genérica, que apenas restringe a quantidade total de calorias como se todas as pessoas fossem iguais, o programa de alimentação personalizada deseja obter saciedade e prazer na alimentação, ao mesmo tempo em que facilita o processo de emagrecimento. 9. Atividade física adequada Insistimos. Cada pessoa é única e responde de um modo diferente aos diversos tipos de atividade física. Normalmente as pessoas com excesso de peso sofrem de múltiplas alterações, refletindo um desequilíbrio global – que deve ser abordado juntamente com as medidas apontadas acima. O resultado almejado é a perda e a manutenção do peso com saúde e vitalidade, abordando as causas efetivas do problema e não apenas inibindo ou suprimindo suas consequências.

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